INFO
Contactos
Tel: +351 964728435
Direção, Produção e Curadoria: Tânia M. Guerreiro
Financiamento: Câmara Municipal de Lisboa – Cultura e República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direcção-Geral das Artes
Parceiros Institucionais/apoios de emergência: Linha de Apoio de Emergência às Artes / República Portuguesa – Ministério da Cultura - Fundo de Emergência Social Cultural e Fundo de Emergência Social - Câmara Municipal de Lisboa – Cultura Garantir Cultura - Fundo Fomento Cultural
ORG.I.A - ORGANIZAÇÃO, INVESTIGAÇÃO E ARTES
A ORG.I.A é uma organização que promove a experimentação artística na área da dança e da performance.
O seu principal objetivo é proporcionar condições para a criação de novos conceitos de representação, programação e criação.
Desenvolve e promove projectos e curadoria independente e propõe-se à investigação de outras formas de operar nas artes em Portugal.
Pretende contribuir para uma nova dinâmica nas artes performativas, num movimento de libertação dos constrangimentos programáticos actuais, promovendo a capacitação dos criadores e a sua autonomia e independência, tanto na produção dos seus espectáculos, como na sua programação.
ORG.I.A concede também apoio e consultoria a artistas emergentes e independentes e dá apoio na gestão financeira dos seus projectos.
Apoia o sector através de bolsas financeiras, aconselhamento estratégico, consultoria de produção e criação.
Desenvolveu também propostas de programação alternativas como Peep Show e três edições do evento Dançar é a Minha Revolução.
A Direção artística e produção é de Tânia Guerreiro, que trabalha nesta área há mais de 20 anos.
Tânia M. Guerreiro – Produção, Curadoria Independente e Consultoria
Tânia M. Guerreiro é curadora, produtora e investigadora independente. Licenciada em Cenografia pela ESTC, com formação em Gestão/Produção no Forum Dança, desenvolveu trabalho em produção, comunicação e programação em diversas estruturas culturais. Foi coordenadora executiva da REDE (2009–2010) e presidente da direcção (2016–2017).
Em 2009 criou as Produções Independentes, onde produziu e acompanhou artistas em início de carreira. Em 2016 fundou a ORG.I.A e, em 2018, iniciou o projecto SELF-MISTAKE, centrado na experimentação, autonomia e risco artístico.
Foi curadora de Dançar é a Minha Revolução e criou projectos como SELF-UNCENSORED, que investiga a censura e a autocensura na sociedade contemporânea e nas práticas artísticas e curatoriais. Em 2026, SELF-UNCENSORED recebeu cinco estrelas numa crítica de Rita Xavier no PÚBLICO/Ípsilon. Desenvolve actualmente o CRIAÇÃO DO NADA, centrado nas questões da aceleração e hiperprodução e na experimentação de outras condições para a investigação, criação e aprofundamento dos processos artísticos.
Paralelamente, trabalha como consultora em estratégia, produção e financiamento e integra júris de diversos programas artísticos. Colabora, nesta área, com a Fundação Calouste Gulbenkian e a Loja Lisboa Cultura/CML. Recebeu o Prémio Natércia Campos para Melhor Produção Cultural em 2017.
O seu trabalho caracteriza-se por contextos de experimentação e resistência artística, onde a intersecção entre arte e pensamento crítico assume um papel central.